É um filme bonito, rendeu o Oscar de 1983 à Meryl Streep , mas é triste. A vida de Sofia foi marcada pela escolha. Que escolha? Ela teve escolha? Acredito que não.
Este tipo de poder de decisão não se pode, a meu ver, ser chamado de escolha. É cruel. É desumano.
Ela talvez tivesse tido apenas uma escolha: morrer naquele momento com os dois filhos ou arriscar viver e deixar viver um deles.
Em qualquer destas alternativas, ela estaria morta por dentro. Apenas respirando, mas seca.
Para pensar...
Sou mãe

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