E me lembra diálogo, algo tão falado e tão pouco exercido. Em família, piorou!
Cada vez temos menos tempo para jogar conversa fora, para ouvir filhos, companheiros, namorados, maridos e esposas, etc.
Tenho esperança, talvez ingênua, eu sei, mas acredito com todas as letras nisso, no diálogo, na negociação. Difícil? Muito. Complicado? Muito. Vontade de chutar o balde? Dá vontade, sim.
Mas, como me disse um amigo: a pior negociação é sempre melhor do que a melhor ação na justiça.
É fácil querer a paz no terreno do vizinho.
E a paz na nossa família, estamos contribuindo para que nossos filhos amem os pais igualmente, compreendendo a diversidade, o "diferente" como está tão em moda hoje em dia falar?
Ou queremos que os nossos filhos entendam as diferenças apenas externas à família?
Se temos dificuldade de ver defeitos semelhantes aos do pai ou da mãe nos nossos filhos, o que vamos esperar que eles façam no futuro? Que não tolerem diferentes modos de pensar, que tenham baixa tolerância a aceitar opiniões diferentes na escola, no trabalho e nos seus relacionamentos futuros.
Igualdade parental... Queremos isso realmente?
Sou mãe

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